Bem vindos!

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

SMPM CONVIDA: Exposição "MANIFESTO POÉTICO FEMINISTA - 16 DIAS DE ATIVISMO PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER"

GABINETE ABERTO: COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES



(conselhogestor-vmvg.blogspot.com.br/2014/11/smpm-convida-gabineteaberto-combate)


(conselhogestor-vmvg.blogspot.com.br)

sábado, 15 de novembro de 2014

Em seu benefício


Em seu benefício

Não se agaste com o ignorante; 

certamente, não dispõe ele das oportunidades que iluminaram seu caminho.


Evite aborrecimentos com as pessoas
fanatizadas; permanecem no cárcere do 
exclusivismo e merecem compaixão como qualquer prisioneiro.

Não se perturbe com o malcriado; O irmão intratável tem, na maioria das vezes, o fígado estragado e os nervos doentes.

Ampare o companheiro inseguro; talvez não possua o necessário, quando você detém excessos.

Não se zangue com o ingrato; 

provavelmente, é desorientado ou inexperiente.

Ajude ao que erra; seus pés pisam o mesmo chão, e, se você tem possibilidades de corrigir, não tem o direito de censurar.

Desculpe o desertor; ele é fraco e mais tarde voltará à lição.

Auxilie o doente; agradeça ao Divino Poder o equilíbrio que você está conservando.

Esqueça o acusador; ele não conhece o seu caso desde o princípio.

Perdoe ao mau; a vida se encarregará dele.

Autor: André Luiz
Psicografia de Chico Xavier. Livro: Agenda Cristã

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Amar é libertar-se do medo – Gerald Jampolsky



Você algum dia já se deu a oportunidade de passar apenas um dia concentrando-se em aceitar completamente todas as pessoas e não fazer julgamentos? A maioria de nós acha essa tarefa muito difícil, pois é raro passarmos alguns momentos – quanto mais um dia inteiro – sem fazer um julgamento. Quando pensamos no assunto, muitos de nós ficamos consternados com a frequência com que condenamos os outros e a nós mesmos. Às vezes sentimos que é quase impossível parar de julgar. No entanto, tudo o que realmente precisamos é a disposição de começar a praticar não fazer julgamentos, a não esperar uma perfeição absoluta. O abandono de velhos hábitos vem com a prática repetida e constante.
A maioria de nós manifesta um estado que poderia ser chamado de “visão de túnel”. Não vemos a pessoa como uma totalidade. Vemos apenas um fragmento da pessoa, e nossa mente muitas vezes interpreta o que vemos como defeito. A maioria de nós foi criada num ambiente doméstico e escolar que enfatizava a crítica construtiva, que, na verdade, em geral, é um disfarce para apontar defeitos.
Nessas ocasiões em que nos surpreendemos repetindo esse mesmo erro com nosso cônjuge, nossos filhos, nossos amigos ou mesmo com alguém que só vemos de vez em quando, talvez fosse bom acalmar a mente, observar nossos pensamentos e tomar consciência de que apontar defeitos é uma atitude que depende totalmente de nossas experiências passadas.
Avaliar e ser avaliado pelos outros – um hábito do passado – resulta, no pior dos casos, em medo e, no melhor, em amor condicional. Para sentir Amor incondicional, precisamos livrar-nos do nosso severo juiz interior. Em vez de um juiz severo, precisamos ouvir a nossa poderosa voz interior dizendo a nós e aos outros: “Amo e aceito você completamente tal como é”.
À medida que reforçamos a decisão de só ver o Amor, fica mais fácil nos concentrar nos pontos fortes dos outros e ignorar suas fraquezas. É importante aplicar essa lição a todos e também a nós.
Gerald Jampolsky – em “Amar é libertar-se do medo”

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Paz

Quando se fala em de paz mundial, nos vem de imediato a idéia da necessidade do término de conflitos entre as nações, entre raças e classes sociais, do fim da violência social e familiar, o fim da miséria, da fome, das injustiças e de todo o tipo de sofrimento humano.
            A solução para tudo isto, em geral, é colocada nas mãos dos governantes, das instituições ou dos líderes, apesar de não acreditarmos mais que alguém possa resolver esta situação.
            É interessante constatar onde chegamos, visto que, por um lado nos tornamos conhecedores profundos do mundo material, da tecnologia e da ciência, e por outro, não conseguimos solucionar a maioria dos problemas atuais, que são de nossa própria criação.
A nossa criação é fruto de uma ilusão, de uma idéia errada que acalentamos. Acreditamos piamente que somos separados, indivíduos solitários com nome, CIC, RG, e como tal, sentimos, pensamos e agimos isoladamente, isto é, nenhuma destas atitudes interessa a ninguém além de nós.
E assim, na maior desatenção, pensamos que seremos felizes sózinhos, que triunfaremos sózinhos, que sentimos medo sózinhos, e que sózinhos podemos atacar e sermos atacados, sendo que tudo isto jamais afeta a alguém a não ser nós mesmos. Não percebemos que muitos fazem o mesmo, afinal isto é tão comum e que, com esta atitude, estamos criando uma realidade triste e solitária para todos nós.
Em outras palavras, somos os responsáveis diretos pelo mundo à nossa frente, pois o que fazemos, sentimos e pensamos, constitui tudo o que podemos ver. Quando nos tornamos conscientes disto tudo muda, pois vemos que somos importantes e que a nossa felicidade faz uma enorme diferença em todo o planeta, então começamos a deixar a solidão de lado.
Este passo é perfeitamente possível, mas para acontecer é preciso focarmos a atenção no que ocorre no mundo interior e nossa consciência se amplia junto com a nossa compreensão, e esta é fruto de uma atitude interna de silêncio, de comunhão e de amor. Então, a consciência ampliada diminui distâncias, aterra abismos e acaba com o sentimento de separação.
É imperativo buscarmos a unidade com a criação, com a essência de tudo o que existe, pois disto surge a visão real do Universo com suas leis eternas, as quais não foram criadas por nenhum ser humano. Nesta permanência do que é essencial encontramos nosso próprio lugar, nossa união com tudo o que está criado e a Paz eterna.

( A.D)